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maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

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01
Mar21

Uma cama nova para a Milka - reciclagem

por maga rosa

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A tarde de Domingo foi passada de volta dos trapos. Mais uma cama para a Milka precisa-se! E ela saiu da minha cartola, que é como quem diz, da oficina mágica. Para alguma coisa hão-de servir as mil e uma bugigangas lá guardadas e as muitas roupas já sem uso. Como boa taurina que sou, tenho alguma dificuldade em deitar fora. Tudo há-de servir para alguma coisa, é o lema.

 

Desta vez ficou a Milka a ganhar. Leva uma almofada grande e fofa para a casa nova. É uma cadela muito mimocas e com grande dependência da companhia humana, sobretudo da sua dona-mais-que-tudo. Se é que não é ela a dona da sua humana mais querida, a sua salvadora, protectora e tudo e mais alguma coisa. Parece mais uma relação de muitas vidas, de outras vidas.

 

Fiz o quadrado do meio com a parte da frente de uma camisola da sua dona-alma-gémea, pode ser que com as energias dela lá, a mimocas se sinta mais acompanhada quando a dona tem de sair e a deixar em casa. Na casa delas. Que a casa dos “avós” será sempre dela também, assim como o sofá e o colo do “avô” enquanto vêem filmes na tv. A casa de todos e para onde ela volta sempre que não dá para ficar sozinha na casa nova. É um vai e vem. 

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05
Mar18

A cortina de trapilho

por maga rosa

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“Ai rio não te queixes,

Ai o sabão não mata,

Ai até lava os peixes,

Ai põe-nos cor de prata.

Roupa no monte a corar

Vê lá bem tão branca e leve

Dá ideia a quem olhar

Vê lá bem que caiu neve

 

Água fria, da ribeira,

Água fria que o sol aqueceu,

Velha aldeia, traga a ideia,

Roupa branca que a gente estendeu… “

 

 

 Fim de vida da minha cortina de trapilhos? Não!

Já não é nova e as t-shirts que lhe deram origem também não, mas, depois de desmanchada, lavada com detergente e lixívia e posta a secar, está pronta para continuar a encantar e aconchegar aquele recanto da casa. Aqui nada se desperdiça (ou pelo menos tento!) Fica aqui o link para uma publicação mais antiga, num outro cantinho da blogosfera que eu e uma das minhas filhas em tempos partilhámos, e que mostra o passo-a-passo. “Ar’te que respiro”. Lá podem ver como fiz.

 

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Acrescentei mais umas tiras, mais umas missangas grandes coloridas. Mudei o pau que faz de suporte…

 

…. E voilá a rainha da festa!

 

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(versos da canção "Aldeia da Roupa Branca" cantada por Beatriz Costa no filme com o mesmo nome)

28
Nov17

Pintura em suportes de cozinha

por maga rosa

 

Hoje trago-vos mais um pouco de azul, não o azul do céu, mas sim o da minha cozinha. Gostei tanto da cor da parede que resolvi comprar o mesmo tom em tinta para madeira e metais e aplicar no suporte das especiarias.
 

Já vai para uns 13 ou 14 anos que o comprei, isto na primeira vez em que fui a uma loja Ikea (publicidades à parte) e o probrezito já estava a pedir reforma ou um lifting. Decidi pelo segundo. Bem sabem que não gosto de deitar nada fora. 

 
 
 
 
 
Claro que ele não foi sempre assim, bonitinho. Em novo, os baldes e pequenas prateleiras eram em lata natural com a sua cor característica a lembrar o alumínio. Com o tempo algumas partes foram enferrujando e para maior desgraça, meti o saco do sal num dos vasos e oxidou. Uma desgraça pegada!
 
 

Primeira tarefa. Lixar com um pedaço de lixa para metais. Depois de tudo lixadinho e limpo, veio então a parte de pintar. Usei trincha e a tinta é à base de água (o que é óptimo na hora de lavar os pincéis e não tem um cheiro tão forte). 
 
 
 
Aqui, estava a secar entre demãos.  
 
Quando aplicamos amor naquilo que fazemos, só pode resultar bem e o nosso coração rejubila e os olhos alegram-se! ;) 
 
 
💙                                                                                              Créditos das fotos: maga rosa
 
11
Nov17

Como confeccionar uma cortina vintage para cozinha

por maga rosa




















 
 
No seguimento da publicação anterior, "as cores da minha cozinha", trago-vos a confecção da cortina e algumas fotos do passo-a-passo. Usei tecido xadrez por achar que se enquadra bem no estilo. Para os detalhes usei renda fina branca de compra e fitas gregas, que no Brasil penso se chamar de sianinhas, e que eram muito usadas há umas décadas nas mais variadas situações, tanto em vestuário como nas roupas para a casa. 
 
 
 
 
 
 
A sianinha branca foi pregada ao tecido de forma simples, à máquina, enquanto na azul usei um ponto de bordado à mão para dar aquele toque especial e mais artesanal.
 
 
 
Esta renda é-me muito especial e quis integrá-la também. Feita por mim há muitos muitos anos e é uma daquelas peças em croché que já não tinha mais utilidade aqui em casa, mas da qual não conseguia desfazer-me. Assim, em vez de ficar fechada numa gaveta a ganhar mofo, ganhou uma nova vida. Dei-lhe uma segunda oportunidade e agora tem lugar de destaque no cimo da minha janela, com vista para o meu pedacinho de verde.
 
 
Dividi-a ao meio e de cada lado fiz ponto em zig-zag apertado, para poder cortar a renda e esta não se desmanchar. Assim fiquei com duas metades, uma para cada cortina.
 
 
 
 
 Arrematei as pontas com uma carreira de quadrados em croché feitos com ponto alto e 2 laçadas entre eles e por fim uma carreira de picôs.
 
 
O tecido maior (parte de baixo), franzi-o um pouco e depois cosi-lhe a peça de crochê, à máquina. A barra superior é face dupla e foi pregada do avesso primeiro e só depois virada e fechada em cima onde juntei as argolas. 
 
 
 
 
 
 
 
Usei umas argolas em metal, com pintura em branco e acabamento envelhecido.
Espero que tenha dado para perceber e se servir de inspiração a alguém, óptimo! Qualquer dúvida, podem sempre usar a caixinha dos comentários e eu responderei! ;)
 
                                                          Fotografias: maga rosa
 
 
11
Jul17

Reciclar gangas...

por maga rosa

 

Reciclar, aproveitar e reutilizar são palavras que fazem parte do meu dicionário e da minha vida. Tenho mesmo alguma dificuldade em deitar fora roupas que já não usamos. Algumas em melhor estado vão para os contentores que se encontram na via pública, para que alguém lhes dê uso, ou então vão directamente para um gabinete de apoio social, onde é aceite e depois distribuída por quem dela necessita e recorre ao dito apoio. Outras são guardadas e modificadas por mim.
 

Já há algum tempo que andava para vos trazer algumas ideias do que se pode fazer com calças velhas de ganga… 

 
 
Uns pneus usados e uma almofada e dá um belo puff!
 
 Estes foram para a tertúlia. 
 
 
Estes foram do nosso carro. Os tecidos, retalhos de calças de ganga que há muito deixaram de servir e ficaram guardadas à espera de uma bela ideia…
 
 
Depois dos rectângulos todos cosidos uns aos outros, para cada almofada cortei um círculo e duas metades de círculo. Nestas metades deixei uma margem maior para pregar um fecho a meio. É o lado que vai ficar para baixo. O passo seguinte é coser o fecho (ou zíper) e depois juntar ambas as partes de modo a ter uma almofada completa. Enche-se directamente ou então faz-se uma segunda almofada noutro tecido, mas que não precisa de abertura a meio e esta sim leva o enchimento.Assim, quando for para lavar, basta retirar a almofada exterior. 
 
 
 
 
 
 
O coração já era um remendo numas calças minhas, depois de sofrerem um rasgão. Personalizadas, viveram felizes mais uns tempos no meu guarda-roupa e puderam sair à rua todas airosas!
 
 
O que fazer a estas pernas, que um dia já foram calças e passaram a calções?
 
 
Com elas fiz um rolo, uma espécie de saco estreito aberto só numa das pontas e cheio de areia deu para isolar melhor a casa do frio exterior, no inverno. 
 
 
Com mais umas sobras, fiz também para a porta que separa o sótão do resto da casa. 
 
 
Como ainda sobrou um monte de pedaços de ganga, surgiu-me a ideia de fazer um toldo para o velho baloiço de jardim. 
 
Que com uma pintura nova ficou logo com outra cara! (usei a tinta que sobrou da hortinha das ervas aromáticas, aqui)
 
O assento, tínhamo-lo feito uns anos antes (eu e o marido), com cordel de nylon, porque as almofadas originais já eram e foi preciso substituí-las. Assim, não há chuva ou sol que o corrompa.  
 
 

 

 
 
As flores já foram de outro jardim, umas calças à boca-de-sino, moda que reapareceu no virar do século.
 
E aqui tudo se aproveita, tudo se valoriza.
 
 
 
A minha máquina velhinha, muitos pontos sem nó já ela deu. Muitos quilómetros de linha gasta. Muitas horas a dar ao pedal. A minha velha companheira, que com mais correia partida, ou mais ponto corrido, lá vai acompanhando o meu ritmo.
 
 
E delas urgiram umas tiras cortadas às ondas para completar a capota. Fiz-lhe uma orla com tecido xadrez que também já cá andava há uns tempos. Na tira da frente, fiz face dupla com esse mesmo tecido no lado interno, visível para quem se senta a descansar e a apreciar os encantos daquele recanto.  
 
 
 
Da oficina da maga,
           Com 1 xi-💙

Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

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