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maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

04
Jun20

Confecção de máscaras caseiras

por maga rosa

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Este é o “post” que ando para fazer há uma eternidade, mas há sempre algo que o faz ficar na lista dos assuntos pendentes. As minhas máscaras. 

Estou de volta às publicações e também à costura porque o vírus não espera e há quem tenha pressa em se proteger. A minha confecção é de edição limitada e exclusiva para os da casa e seus prolongamentos. 

 

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A rosa foi a primeira e serviu de modelo às seguintes. Usei tecidos que foram sobrando de outras situações e que penso, sejam maioritariamente de algodão. São feitas com 3 pregas a meio e de duas faces. A face de dentro em tecido de algodão branco para facilitar a respiração e ao mesmo tempo diminuir o contacto com a pele, das tintas e possíveis alergénios que compõem as cores e padrões da face externa. E assim não há engano quanto ao lado de dentro e ao de fora. Na parte de cima deixei uma abertura para colocar o filtro. Este pode ser em TNT (que comprámos entretanto), mas um pedaço de papel de cozinha dobrado também serve.

 

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A Helena tem um gosto mais sóbrio e discreto, pelo que optou por comprar tecido de uma só cor. Escolheu um acetinado por ser mais leve e talvez mais fresco. A escolha para o interior continua a ser o algodão branco.

Não tirei foto ao depois, mas elas já andam nos rostos dos respectivos donos e segundo consta (pelo menos pelo feedback de um deles), é até bem mais suportável do que as que usava antes, as descartáveis. 

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Cortei um quadrado de 20 cm por 20 cm, fiz três pregas a meio que preguei com alfinetes. Passei com o ferro para vincar. Cosi as duas faces (frente e costas) uma à outra pelo avesso. Virei e pespontei tudo à volta, deixando só a abertura para o pedaço de filtro. Ah, quanto ao elástico, nas duas primeiras usei o de rolinho fino que já tinha, dobrado para ficar mais resistente e atando as pontas uma á outra depois de o passar por dentro da máscara. Ficou assim uma espécie de argola e o nó está escondido. Quanto às outras, é elástico de rolo na mesma, mas mais grosso e que cortei em pedaços de 18 ou 19 cm. Foram pregados aos cantos do tecido. 

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Uma crise de ciática, esta minha velha companheira que de tempos a tempos me vem fazer uma visita, veio interromper os planos e a produção. Não era nada que eu não esperasse já, porque aquando o início do covid e fui espreitar os mapas do retorno solar do pessoal aqui de casa, o meu revelou-se o mais frágil no que toca a saúde. Não aprofundei e fiquei-me pelo Nodo Sul da Lua na casa VI. Também não me preveni e o preço a pagar não é nada pouco. Disciplina é o que me falta, reconheço. Quando nos sentimos bem é muito fácil esquecer os exercícios, os alongamentos e a boa postura que tão bem aprendi nos quiropráticos, mas que requerem prática diária para sempre. Não existem soluções milagrosas sem trabalho, é um facto. 

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Eu não seria eu, se não tivesse uma máscara florida para enfrentar o tão temido e indesejável intruso. 

 

24
Abr20

Quarentena - dia 42

por maga rosa

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Fia o fio fiandeira, fia também a linha da vida…

 

Hoje foi dia de voltar a um trabalho há muito remetido para um canto da oficina. O meu tapete de tiras. O meu tapete feito de retalhos e de roupas sem uso. Estava em pausa mas não esquecido. E hoje o tempo foi dedicado a cortar e coser, até ter um fio tão comprido que dê a volta completa ao tear labiríntico com que teço o meu tapete. Ao meu novelo que vou fiando sem roca, prendo farrapos de esperança e de sonhos com ponto corrido. E é este fio imperfeito que dará vida a um sonho muito mais que perfeito. O de fazer do mundo (ou do meu pequeno mundo), um lugar mais feliz para se viver.

 

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🍀

30
Mar20

Quarentena - dia 16

por maga rosa

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Hoje foi dia dos cinco em casa. Não houve espaço para grandes aventuras, mas deu para aproveitar a fase de quarto crescente da Lua para cortar as pontas do cabelo da Helena, que é mais uma das Rapunzéis cá da casa. E a Milka também ganhou tratamento igual, mas desta vez pela tesoura da dona. Não estamos em tempo de salões de beleza e sim numa fase do “faça-você-mesmo”. Não há máquina e nem curso e aquele pêlo todo dá cá uma trabalheira, mas assim ficou bem mais leve. O despontado e as falhas fazem parte, a Milka não se importa.

Não é nada que eu não faça a mim mesma. Há uns 7 ou 8 anos que as cabeleireiras não me metem as mãos em cima e nem é preciso haver crise. O que vale é que o meu tem ondinhas e mesmo que fique torto nem se nota. E eu tenho pleno controlo do que vai fora e ainda poupo uns euros. 

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Na foto parece torto, mas ficou mais direito do que aquilo que se vê. Helena, não te fies na aparência da foto! ehehehe 

🍀

12
Set19

Pão verde

por maga rosa

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Eu e as receitas andamos sempre numa espécie de jogo da apanhada com uma mistura de cabra-cega. Apanho uns ingredientes aqui, passo rente a outro acolá subtraindo-o ou substituindo-o. Subtraio gramas num, acrescento noutro. Dificilmente sigo à risca o que vem lá escrito.

 

Este pãozinho que ficou bem mais verde do que aparece na foto, foi o resultado de uma aventura culinária repentina, ontem ao final da tarde, para aproveitar as sobras de uma cuvete de manjericão que nos deram. A outra metade a primogénita usou-a para fazer pesto, aquele molho verde para massa tão apreciado pela outra filhota. Numa ingressão rápida ao chef Google, a primeira receita com manjericão que surgiu na minha frente, foi de pão. E eu a fazer uma ginástica hercúlea para cortar no pão (nem sempre eficaz, confesso), sou logo aliciada com uma imagem destas como podem ver aqui no petitchef e onde podem seguir a preceito todos os passos.

 

Para quem não tiver tempo (ou vontade) de ir ver a receita que me serviu de inspiração, deixo aqui a lista dos ingredientes:

 

3/4 xícara (chá) de leite morno

2 tabletes de fermento biológico (30 gr)

1 colher (sobremesa) de açúcar

2 ovos

1/2 xícara (chá) de folhas de manjericão

1 cebola pequena picada

1 colher (sobremesa) de orégãos

1 dente de alho picado

1 colher (sobremesa) de sal

1 1/2 colher (sopa) de margarina

500 gr de farinha de trigo

margarina para untar

1 gema para pincelar

gergelim para salpicar

 

Para começar, cortei logo no açúcar e no sal. Uma colher muito mal medida para cada um, que deve ter correspondido a meia colher de cada. Usei uma saqueta de fermento “fermipan” (fermento de padeiro em pó), que era o que havia cá em casa e misturei no leite e açúcar com colher em vez da liquidificadora. Como a nossa liquidificadora já se foi faz tempos, usei a varinha mágica para triturar os restantes ingredientes (excepto a farinha). Torci o nariz à ideia da cebola, pelo que acabei por usar uma bem pequenina, assim como um dente de alho também minúsculo, mas no final percebi que não fazia mal nenhum se fossem maiores. O meu fantástico pão não sabia nada aos ditos cujos. O manjericão também tinha bem mais do que meia chávena (foi a olho). Depois de uma papa feita com esta mistura, juntei-lhe a mistela do fermento no leite e só depois a farinha pouco a pouco envolvendo bem. Ficou na taça a crescer por meia hora. Findo este tempo coloquei a bola de massa na bancada enfarinhada e aí sim, dei-lhe umas voltas com as mãos, depois de as besuntar com óleo para não ficar tudo peganhento. Fez-me lembrar os tempos na aldeia, mas fui bem mais meiga com a minha bola de massa do que as mulheres com quem cresci a ver sovar o pão. Por cima, depois de pincelar com gema de ovo (uso as costas da colher), salpiquei com sementes de sésamo. Untei o fundo de um tabuleiro de ir ao forno com margarina e farinha e deixei lá a massa a descansar por mais 20 minutos. Na hora de ligar o forno veio a dúvida: e a temperatura? Arrisquei 200 graus e foi o que bastou. Aos 40 minutos da receita original acrescentei mais 5, mas não era preciso.

 

Ah, esqueci-me de dizer que fiz só um pão apenas e não usei forma, mas ficou bem na mesma e muito macio por dentro e com um delicioso paladar a manjericão. Todos cá em casa gostaram e foram unânimes numa coisa… Podia juntar pedaços de nozes ou pinhões à massa!

 

🙏

20
Ago19

A mesa grande

por maga rosa

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Esta é a mesa! Aquela mesa que acolhe várias famílias inteiras mas que no dia-a-dia a nossa família se acomoda e aconchega só numa ponta, como se não houvesse mais espaço. É o tamanho da toalha de mesa de outrora. A mesa cresceu mas as toalhas não. Qualquer dia a maga faz uma magia e o tecido cresce, mas agora até tem mais piada assim. Ficamos mais juntinhos e sempre podemos ir variando onde estender a toalha. Nos intervalos ela fica despida aos nossos olhares e não há cá toalhas de plástico a interpor-se. Gosto de passar a mão e sentir o toque da madeira aveludada pela camada de cera de abelha. De vez em quando lá reclamo dos riscos e dos descuidos, mas é a vida. Gosto de ter um lar e não um museu.

 

Dantes as conversas (e as refeições), faziam-se à volta da mesa redonda. Aquela que nos colocava tão próximos, tão frente a frente e ainda sobrava espaço de chão para dançar. E que bailes! Às vezes o salão transformava-se em discoteca com luzinhas e tudo (o que vale é que temos os melhores vizinhos.) J Em dias de festa, por vezes, resgatava-se também a mesa comprida da oficina e ali ficava muitas vezes até à próxima celebração. Não tanto pela preguiça, mas mais pelo prolongar da sensação de festejar. Os habitantes mais novos diziam que ficava tão bem uma mesa grande. E eu que nem sou de sofás, nas sessões de cinema ficava em segunda fila, na plateia. Tinha ali uma localização estratégica na ponta daquela mesa onde o meu portátil encaixava tão bem e eu rentabilizava o tempo. Curioso, agora que temos a mesa grande não me sento lá com o computador. Vá-se lá saber porquê!?

 

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O marido começou logo a materializar a ideia da mesa grande e como não é de meias medidas mandou-se para os 3 metros e 60 centímetros. Eu ainda resisti pela dificuldade de despego das mesas redondas, mas só metade de mim votou contra, pelo que ela veio mesmo. É em madeira maciça, pinho americano (dizem que mais leve que o nacional, mas um peso bruto a meu ver na mesma e mais macia.) Formada por  4 tábuas a todo o comprido que os carpinteiros muito bem uniram. A base é formada por dois pés de máquinas de costura iguais à que já tínhamos na anterior. Essa era condição. Lá andámos nós a procurar por toda a internet (ainda bem que existe) e fomos a Lx buscá-las. O restante trabalho ficou por minha conta e risco. Lixar, pintar e tornar a lixar… Pintei o tampo em branco que lixei parcialmente até se verem alguns veios da madeira. Terminei com duas camadas de cera e por fim passei um pano seco para dar lustro. Estive quase, quase, a deixá-lo como um livro, cheio de frases escritas, mas terminou como uma folha em branco.

 

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Aquela trave acrescentámos nós e para dar maior segurança e apoio ao tão comprido tampo, depois de muitas voltas à mente e ao ambiente à nossa volta, o marido achou (literalmente), um cabide grande de pé que cortámos em pedaços e usámos para fazer o tal reforço. Para completar a obra, escrevi uma frase de cada um dos lados. Tinha de ser. Não foi em cima, foi em baixo.

 

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Há lá coisa melhor que uma mesa cheia com a família e amigos à sua volta, a partilharem histórias!?

06
Ago19

O cantinho das fadas quase pronto...

por maga rosa

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Mais de um mês sem publicar nada. Podia dizer que a culpa é de Mercúrio que andou retrógrado quase todo o mês de Julho ali pelos lados da minha casa V, a tal da criatividade, mas nem isso. O maroto trouxe-me mil e uma ideias para pintar nos próximos tempos, décadas provavelmente. O cantinho das fadas está lindo, modéstia à parte. Pinturas concluídas (ainda tenho de actualizar as fotos), só faltam uns pormenores extra nos quais estou a trabalhar. Imaginação não me faltou e trabalhos concluídos também não. Temas muito menos, tendo em conta que os astros estão em constante movimento e a dar pano para mangas para quem quiser escrever sobre eles. Já o Tarot é um tema vasto e com uns artigos a fermentar na minha lista. Tempo a mais, diga-se de passagem. Podia escrever sobre mobiliário, decoração vintage, porque interesse e fotografias não me faltam. E peças pintadas por mim também não. Assunto não me faltou, nem propriamente tempo (mesmo que sintamos que sim, que o tempo nunca chega). Inventassem o dia das 48 horas e ainda assim íamos achar pouco.

 

Sinto-me como uma mãe desnaturada que descurou os cuidados com a sua cria, mas estou de volta para me redimir e pôr no ar tudo o que ficou por escrever. Os meus álbuns estão a abarrotar de fotos, a pedirem para saltar cá para fora e serem destaque num qualquer “post”.

 

Queridos leitores, preparem-se que nos próximos tempos vou-vos torrar a paciência com as minhas “coisas” e até alguns esqueletos que vou desenterrar do fundo de algum arquivo. Quando se gosta, não há temas fora de tempo e se os houver, faz-se um refresh e tudo volta a encaixar. Quando se gosta, é sempre tempo de voltar e eu amo o que faço e este cantinho da maga! 💜

 

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Se repararam, é mesmo uma embalagem de iogurte que tenho na mão. Aproveito-as para misturar as tintas. (Re)aproveitar e reciclar, sempre!

17
Mai19

A vida é feita de escolhas

por maga rosa

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Este é um móvel, mas não um móvel qualquer. Podia ter escolhido a via mais fácil e usá-lo tal como estava, colocado num canto qualquer nos fundos da casa, para guardar ferramentas. Escolhi dar-lhe uma nova cara, uma nova cor e uma nova vida. Foi-nos dado por uma colega do marido (bem sabem que gosto de aproveitar estas coisas…) e eu escolhi dedicar-me a ele de alma e coração. 

 

Durante o processo de recuperação, nem tudo foram rosas e a uma dada altura houve até uma pontinha de desapontamento, mas depois de quatro camadas de tinta (que afinal se revelou lindíssima), algumas alterações à ideia inicial e outras tantas aplicações, ficou uma bonita peça decorativa e única.

 

Agora, os meus olhos enchem-se de orgulho sempre que passo pelo móvel das bebidas! 

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Mas antes de chegar ao que é agora, houve todo um longo processo de restauro. Vinha com aqueles furinhos típicos do caruncho e mesmo não gostando eu nada de usar venenos, neste caso é mesmo necessário, se não queremos ver a mobília reduzida a pó. No segundo passo tive a ajuda do marido. Usámos as paletes que tínhamos tirado da cerca da horta e fizemos um tampo de reforço, que ele pregou por cima do original e pode ser visto aqui. Reforçou também os pés traseiros com uns pedaços de madeira, porque além de serem frágeis, um deles estava comido pelo bicho da madeira. As paletes revelaram-se muitos úteis e com elas fizemos ainda uns apoios para as garrafas, que pregámos na parte inferior do móvel. 

 

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Lixar. Pintar com primário. Pintar de vermelho. Sentir a frustração de não ser bem aquilo. Reformular a ideia. Pintar mais e mais de vermelho até obter uma cor uniforme. Pintar por cima com branco a “parede” do fundo. Pintar de branco o interior e a frente das gavetas. Pintar o tampo de branco. Lixar. 

 

E chegou a hora que me fez dar pulinhos de contente. Experimentar fazer decoupage, que não é nada mais e nada menos que colar pedaços de papel. Usei guardanapos próprios para o efeito que, felizmente, encontrei à venda em dois pontos aqui da cidade. Numa livraria e numa loja de produtos para artes e que se vendem avulso. 

 

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Para o tampo, rasguei com as mãos pedaços do guardanapo à volta dos motivos florais para dar um aspecto mais natural. Nas prateleiras as folhas foram usadas inteiras. Cada guardanapo tem 3 películas. Retiram-se duas delas e só se cola a exterior e que tem os desenhos. É tão fina que fica transparente depois de colada, o que dá para ver no tampo (o fundo dos desenhos também é branco tal como a tinta usada).

 

 

Usei cola branca que apliquei com um pincel fino. A cola é aplicada na superfície (neste caso a madeira), aplica-se o papel e alisa-se bem de modo a não deixar bolhas. Depois leva mais uma camada de cola por cima.

 

O segredo para uma aplicação perfeita, está em usar um plástico por cima para alisar o papel. Se usar as mãos, já era!

 

Por fim, e depois de deixar secar de um dia para o outro, lixei. Queria dar um ar mais natural e vintage, pelo que o desgaste com a lixa teve esse efeito. Parece até que é pintura.

 

Por último, foi a finalização do tampo pintando (a pincel), a grinalda a preto e a frase. Lixei algumas zonas estratégicas do móvel para dar aquele ar de desgaste.

 

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Com direito a assinatura de autor! 💙

Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

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