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maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

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01
Mar21

Uma cama nova para a Milka - reciclagem

por maga rosa

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A tarde de Domingo foi passada de volta dos trapos. Mais uma cama para a Milka precisa-se! E ela saiu da minha cartola, que é como quem diz, da oficina mágica. Para alguma coisa hão-de servir as mil e uma bugigangas lá guardadas e as muitas roupas já sem uso. Como boa taurina que sou, tenho alguma dificuldade em deitar fora. Tudo há-de servir para alguma coisa, é o lema.

 

Desta vez ficou a Milka a ganhar. Leva uma almofada grande e fofa para a casa nova. É uma cadela muito mimocas e com grande dependência da companhia humana, sobretudo da sua dona-mais-que-tudo. Se é que não é ela a dona da sua humana mais querida, a sua salvadora, protectora e tudo e mais alguma coisa. Parece mais uma relação de muitas vidas, de outras vidas.

 

Fiz o quadrado do meio com a parte da frente de uma camisola da sua dona-alma-gémea, pode ser que com as energias dela lá, a mimocas se sinta mais acompanhada quando a dona tem de sair e a deixar em casa. Na casa delas. Que a casa dos “avós” será sempre dela também, assim como o sofá e o colo do “avô” enquanto vêem filmes na tv. A casa de todos e para onde ela volta sempre que não dá para ficar sozinha na casa nova. É um vai e vem. 

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06
Jul20

A Lua Cheia em Capricórnio

por maga rosa

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Esta é a foto possível da enorme bola que surgiu ao cimo da minha rua, ontem ao cair da noite. Ela estava ali mesmo tão à mão, que tive quase a sensação de que, se subisse a rua, lhe podia tocar. Quase que dava para ver as crateras que dizem que tem. Ou seria o homem da forquilha com o monte de silvas da minha infância? Só sei que ela veio e ficou ali parada por breves momentos, entre as casas e quase a tocar o alcatrão, a oferecer-se à contemplação. E depois, devagar, deslizou e elevou-se no ar por cima dos edifícios baixos.

 

Esta é uma Lua Cheia de Capricórnio. Logo, o tempo de permanência ao cimo da minha rua, naquela pose bem centrada, do “olhem para mim”, não iria durar muito tempo. Quem viu, viu, quem não se apressou, vai ter de esperar por uma próxima. De bónus ainda tivemos direito a Júpiter no mesmo pacote (aquele pontinho luminoso acima da Lua). 

 

🌕♑

02
Mai20

Quarentena - dia 50

por maga rosa

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Toda a gente sabe, penso eu, que a Lua é como as marés. Estão sempre a mudar. Num mesmo dia apresentam-nos várias faces se for preciso. A Lua é de fases. Neste momento está a crescer e a caminho de uma Lua cheia. E quer queiramos quer não, acreditemos ou não, o nosso estado de humor tem uma grande influência lunar. Uns mais do que outros, é certo.

 

Quem nunca ouviu dizer: “ aquele (ou aquela) anda com a lua!”

 

E a Lua de hoje anda assim para o picuinhas (ou as pessoas). Insatisfação é a palavra certa. Uma Lua no signo de Virgem tem destas coisas, nada está bem. Ou muito pouca coisa. E amanhã o clima continua. A ver vamos.

A mim deixa-me introspectiva.


🍀

15
Abr20

Quarentena - dia 32

por maga rosa

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Não é por acaso que o cinzento é das cores que menos gosto. Eu até uso a cor, mas na hora de escolher, lá vão os cinzas e castanhos para o fim da lista. Bem sei que é uma cor moderna em decoração e também sei que combina muito bem com outras cores. É daquelas que dá com tudo. Mas, uma dose maciça de cinzento e o meu organismo levanta logo uma bandeirinha vermelha. Vermelho de stop. De alerta.  

 

Hoje o dia esteve cinzento. O céu transformou-se numa grande mancha de tonalidades cinza. E o tempo ficou sombrio. Demasiado sombrio para o meu gosto. Cinza não é preto nem branco. Não é a noite e nem o dia. Fica-se ali pelo meio termo. É um entardecer em pelo dia mas sem os dourados de um bonito pôr-do-sol. Para mim, não há tempo mais chato do que este. Aborrecido e deprimente.

 

                                                                            (imagem da net, à falta de uma foto do dia)

🍀

06
Abr20

Quarentena - dia 23

por maga rosa

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O dia de hoje iniciou cedo para alguém aqui da casa e com certeza para muitos portugueses e muitas outras pessoas pelo mundo fora. Cada país com o seu horário, mas todos ligados pelo mesmo objectivo. Eu que sou tão dada a esoterismos e tinha pretensões de fazer da meditação uma prática regular, neste tempo de isolamento, tão propício, ando noutra frequência. Sendo assim, fui dormir à hora habitual com a intenção de acordar cedo (mas não tão cedo) para tratar da marmita da filha que não pode ficar em casa. Curiosamente, acordei à hora em que as preces feitas em meditação colectiva subiam aos céus e fiquei sentada na cama com a sensação de que algo me chamava e não era o wc. O relógio do meu telemóvel marcava as 3 horas e 40 e alguns minutos. Voltei ao sono sem pensar mais no assunto e nem me ocorreu que na sala ao lado havia uma filha em meditação guiada, iluminada por um ser muito bonito e ligadas numa corrente energética a outras pessoas.

 

Dizem os entendidos que o dia de hoje tem (ou teve) uma energia muito forte. É assim uma espécie de portal cósmico. Um momento no tempo em que as preces ficaram mais intensas, e a energia universal, de grupo, criou uma vibração sem precedentes. Uma energia de cura.

 

A somar a isto, há ainda uma vertente mais religiosa do dia, o Domingo de ramos. Dita a tradição que neste dia se fazem as cruzes com ramos de árvore para receber Jesus e ramos de flores que serão abençoados pelo sacerdote durante a missa. A nossa foi feita pela Diana com um ramo do limoeiro aqui do quintal.

 

🙏    🍀 

01
Mar20

Um dia surreal - 29 de Fevereiro

por maga rosa

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29 de Fevereiro. Um dia que só acontece de 4 em 4 anos e o nosso ontem foi surreal. Terminámos o dia num baile de máscaras, de um Carnaval fora de tempo. Esta foi a foto possível, nós, as três gerações em pose na rua antes de entrarmos para o carro que nos levou ao salão de baile. Eu, a minha mãe e a minha filha. As três da vida "airada" como diziam lá na terrinha que me viu crescer. Nós sempre prontas para a festa. A enfermeira e a chinesa (ou seria japonesa?) dispensam apresentações. Eu fui o repórter ávido por notícias daquele que é o assunto mais falado da actualidade. O tal de coronavírus. Foi só uma brincadeira, nada mais.

 

Mas antes, ainda no começo do dia, fomos a um evento com um mês de antecedência. O dia 29 estava lá, só o mês que é seria outro. Um desencontro que acabou por ter a sua piada e serviu de mote a um almoço familiar num restaurante com uma vista espectacular. Foi a refeição certa escrita por linhas tortas. Não posso deixar de fazer referência ao WC do sítio, que deve ter tido um designer com um sentido de humor peculiar. Sentada no trono senti-me como na minha casa-de-banho quando estou no banho e entra lá alguém. Tem daquelas portas que tapam mas não escondem grande coisa. Fez lembrar aqueles sonhos que por vezes temos, em que queremos muito fazer um xixi mas toda a gente nos vê. 

 

No caminho de volta demos com uns acasos para lá de transcendentes, surreais, impensáveis. Parecia que estávamos no meio daqueles filmes de apanhados. Onde já se viu levar uma carrada de ramos sem irem devidamente acondicionados e presos. Óbvio que um deles veio parar à estrada e foi apanhado na parte de baixo de um carro que também por ali transitava, enquanto uma motorizada tentava ganhar terreno ao condutor descuidado, deixando à nossa frente um rasto de fumo. Mas conseguiu. E a camioneta encostou à borda.

 

Mais à frente, um condutor distraído ia com a bagageira escancarada. Foi a nossa vez de o alertar para encostar e fechar aquilo antes que os pertences voassem de lá para fora. Tudo ontem era distracção e tudo era escancarado. Portas escancaradas. Intimidades escancaradas. Vidas escancaradas. Vidas postas a nu. O universo ontem andou no mínimo estranho.

 

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Modéstia à parte, mas a criatividade de última hora ainda nos valeu o 3º prémio e que já faz parte da garrafeira made maga rosa.

 

Para terminar o dia, ou a noite, conseguimos chegar a tempo de recuperar a tampa da objectiva que tinha esquecido horas antes no parapeito da janela. Estava lá no cantinho atrás do gradeamento e por isso, ou porque ainda há gente honesta, não vou precisar de encomendar uma nova. 

 

Surrealismo de um Mercúrio retrógrado no signo mais cabeça no ar de todos (Peixes), ou as energias de um dia que só acontece uma vez a cada 4 anos? Talvez ambas. 

02
Fev20

02.02.2020

por maga rosa

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Hoje temos uma forte energia de número 2. Há quem considere até que se trata de um portal para outras realidades (nem que sejam só energéticas). Além da repetição dos 02 ou 20, estes estão em espelho tornando a data ainda mais especial e um acontecimento raro.

 

Dois e zero. Que se repetem, repetem e repetem. É como um planeta em Astrologia quando volta atrás e de novo a directo, em que passa e repassa por outros planetas ou pontos num mapa natal. É uma energia que se torna mais forte. É a oportunidade extra para resolver algo. É a “água mole em pedra dura que tanto bate até que fura”.

 

No tarot a carta com o número 2 é a enigmática Papisa. Ela é a encarnação da sabedoria, da intuição e também da revelação quando é chegada a hora certa. Já o zero é a carta do Louco, que por vezes também tem a energia do 2. É o arcano 22 para uns e zero para outros. É multifacetado e tanto representa o início de um caminho, como um ponto de chegada. É tudo e é nada.

 

Em todos os arcanos menores do tarot, “o dois” representa a dualidade. Duas forças opostas que tanto se podem completar e gerar a força da união, como semear a dúvida e a inquietação.

 

Dois são os pólos, positivo e negativo. É o Yin e o Yang. Quando o DOIS deixa de ser uma luta de forças e se transforma num só, ele passa a vibrar numa frequência mais elevada, positiva, capaz de criar e gerar outras energias. E passa a ser equilíbrio e harmonia.

 

Para quem acredita em “sinais”, neste dia estejam ainda mais atentos aos sinais que o Universo nos vai enviando. Ele, através de pequenos acontecimentos terrenos vai-nos dando respostas e mostrando o caminho. Só é preciso acreditar!

 

                                                                                                Créditos da imagem: Jordi Koalitic

Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

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