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maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

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18
Dez17

A magia do Natal em Óbidos

por maga rosa

















Hoje trago-vos uma publicação muito especial. Porque se trata de uma publicação colectiva, (algo novo aqui no cantinho) e porque o assunto é o Natal e a magia de uma vila que me é muito querida. Óbidos!
 
 
Já não é novidade nenhuma esta minha paixão por aquela bonita vila medieval, como podem ver aqui, pelo que, quando nos foi proposto este desafio, o meu coração pulou de alegria, a minha alma rejubilou e eu disse logo que sim. Que contassem comigo. Óbvio (para mim), que iria participar e escrever sobre aminha querida e tão calcorreada Óbidos. Se há um lugar mágico ao cimo da terra, é aquele. Eu diria mesmo que o Pai Natal, se não tivesse nascido na Lapónia, era dali.  
 
 
Para quem não sabe, Óbidos situa-se no distrito de Leiria e fica a uns 12 ou 13 km de distância da praia e a 84 de Lisboa (de carro). Em 2007  foi considerada uma das 7 maravilhas de Portugal e o seu castelo o segundo monumento mais relevante do património arquitectónico do país.  E em 2015 eleita cidade literária pela Unesco. 
 
 
 
 
 
 
 
Quem quiser, pode também visitar a Vila Natal, parque temático e grande atracção nesta época do ano. 
 
 
 
 
Peguem nas vossas crianças e na paciência e vão com tempo, muito tempo aviso já e é se querem dar por bem empregues os euros gastos. Se vão só com a intenção de ir dar uma volta, esqueçam. Lá dentro não é para andar a ver montras. Ali vive-se, brinca-se, tira-se fotos…ou então é melhor ficar cá fora! É só um conselho. Se possível, levem também a vossa criança interior (se é que não a mataram já, no decorrer da vida).
 
Não façam como eu, que entrei sozinha e nem a uma luta de cotonetes gigantes tive direito, ou a servir de modelo para as milhentas fotos que se podem tirar lá dentro. Limitei-me a dar uma volta apressada e a fotografar cenários e alguns(muitos) figurinos que atravessavam distraídos na frente dos meus cliques. Ainda pensei dar a face às pinturas, mas a clientela era vasta e o meu tempo tão curto, que nem dava para desenhar a asa de uma borboleta.
 
Que falta me fez a minha gente!
 
 
 
 
Jogos existem com fartura, onde não falta a pista de gelo, um simulador de realidade virtual, shows de palco e muito, muito mais! 
 
 
 
 
 
Se não quiserem entrar, podem sempre ficar pelo passeio nas ruas (que vale sempre a pena), beber uma ginjinha em copo de chocolate (típico dali), ou entrar nas lojinhas de comércio local.
 

Nós, sim nós, porque lá fora tive a companhia do marido, ainda fizemos o gosto ao dente, mesmo em cima do muro, com a bela da castanha assada. Quentes e boas. 

 
 
 
 
 
 
 
E porque se trata de uma “Tag”, não podiam faltar as perguntas e respostas propostas ao grupo, em que ficarão a conhecer um pouco mais de mim: 
 
1. O que significa Natal para você?

 

Família. Magia. Paz. Amor.
 
2. O que você mais gosta no Natal?
As reuniões familiares à volta da mesa (sou taurina! :D ). O calor humano que se vive cá dentro x o frio lá fora tão característico desta época (só falta a neve para completar o quadro). As conversas, muitas. O sorriso estampado nos rostos. O clima natalício que sevive nas ruas, com a música e decoração (infelizmente, a minha cidade está muito pobre nesse aspecto – contenção de despesas).  
 
3. Como foi seu Natal passado?Bom ou ruim? Teve alguma tristeza? Teve alguma gentileza?
Foi passado aqui em casa, como habitualmente, com alguns familiares e amigos. Foi bom. É sempre bom. Pena que faltaram alguns elementos da família, os que vivem fora do país e os que os foram visitar nessa época.
 
4. Qual a lembrança natalina mais marcante?
Foram várias, mas não posso deixar de mencionar a minha infância, aquela época em que era o menino Jesus que colocava as prendas no sapatinho e ainda não se ouvia falar em Pai Natal. Eu e a minha irmã e noutro ano a minha prima mais velha, deitadas e a fazer um esforço enorme para não adormecer, para durante a noite nos levantarmos e correr à chaminé para retirar os presentes. Coisas simples, mas que nos encantavam. Era a magia do Natal.
 
5. Onde ou com quem você gostaria de passar o seu Natal?
Nos mesmos sítios de sempre. Na minha casa ou de familiares, com aqueles que me são queridos. Mas também podia ir à Lapónia, na Finlândia, visitar o Pai Natal. 😉
 
6. Fale sobre uma saudade.
De voltar a ter os meus irmãos todos reunidos na noite ou dia de Natal. Somos quatro. Com a minha irmã fora dopaís, isso nem sempre é fácil. E depois, cada um tem outra família e outras casas onde ir também. Mas, a minha casa é sempre um ponto de encontro para todos. E do meu pai…(sem mais palavras)
 
7. "Na minha noite de Natal não pode faltar..."
 A família, claro! Desde que estejam, tudo o mais é secundário. Mas, também dá jeito ter a mesa farta para irmos petiscando. ;) 
 
 
 
As outras meninas (e menino) participantes:
(visitemos seus blogs e vejam quantas sugestões bonitas têm para este Natal)
 
 Cintia Carmelin  →  Coisinhas da Kika Artesanato e Dicas 
 
 Paula Cardoso  Magia nas Palavras 

 Priscila Sawa  Disse o Corvo

 Marcia Schorn  Coisas de Lainizinha 

✩ Jess Alem  →  Jess Alem 

 Juliana Alves Litost

✩ Paty Dibona Paty Dibona 

✩ Evandro AtraenteMente 

✩ Paloma Primaveras de Dezembro

 
 
                                                                                                    Créditos das fotos: maga rosa
 
26
Out17

A fonte encantada...

por maga rosa

 

Num cenário idílico, entre o verde no vale de uma encosta de Santarém, esconde-se esta bela fonte. A Fonte das Figueiras, construção medieval que sobreviveu até aos nossos dias, foi porventura local de mouras encantadas, cavaleiros sedentes e camponeses a caminho das planícies que se encontram aos pés da nossa bonita cidade.
 
Quem sabe, foi ali que a Maria do Monte, nascida e criada na encruzilhada em frente, descia para beber água e encontrou o Chico da Nora, por quem se enamorou e trocou uns beijos às escondidas.
 
Hoje, com as minhas filhas (as minhas musas), aproveitámos um pouco da manhã outonal para fazer uma sessão fotográfica e absorver as energias do local. Tem dias que uma nuvem de nevoeiro cerrado e baixo paira por ali pelo vale acima, dando-lhe uma aura de mistério. É a nossa Avalon Ribatejana. Hoje não tivemos essa sorte.
 

 

 Ainda houve lugar para a brincadeira…

 
 
Foi por um triz que não caí à água, mas depois de algum equilibrismo, o tombo deu-se para o lado contrário. Sorte!
 
 
 
 
 
 
Desta descendente de celtas, Ibéricos e com uma costela mourisca, um grande xi- ♥   
                     
(ah, e visitem à vontade, que a entrada é livre e aberta a todos!)
 
                                                                                                   Fotografias: maga rosa
                                                       

 

 
23
Ago17

Passeio de Domingo - parte II

por maga rosa

 

Domingo enchemos os olhos de beleza, energizámos o corpo e voltámos de alma lavada. Primeiro com o passeio no passadiço de madeira de S. Martinho do Porto e de tarde, nas águas e areal da Foz-do-Arelho. É disto que a felicidade é feita, de momentos, de gargalhadas e de afectos partilhados.
 
O único senão, o estacionamento mais que esgotado. Meio mundo lembrou-se de rumar à costa naquele dia. Assim, pela dificuldade em arranjar um pedaço de chão onde arrumar a carrinha, deu para conhecer um pouco da outra ponta da lagoa, uma zona mais destinada às canoas e pescadores. A paz face ao caos. Quando finalmente chegámos ao areal, já os outros elementos da família tinham as toalhas estendidas e os chapéus-de-sol espetados e a convidar ao relaxe. Eu não sou muito dada aos banhos de sol, ao invés disso, prefiro caminhar e sentir os pés a enterrar na areia, ou na água fria. Apanhar conchas e surpreender-me com a beleza multicor das pedrinhas que a natureza espalhou por ali.
 
Houve até tempo para partidas de futebol e nem umas canelas esfoladas roubaram os sorrisos aos jogadores, com a claque atenta e a fotógrafa (euzinha) a dar o seu melhor!
 
 
 
 
 
 



 

22
Ago17

Passeio em S. Martinho do Porto

por maga rosa
 
Já vos tinha falado aqui, sobre a bonita baía de S. Martinho do Porto e no Domingo passado tive finalmente a oportunidade de fazer o passeio a pé, pela ciclovia e pedonal que vai desta até à povoação vizinha, Salir do Porto. Tem a particularidadede ter sido construída em madeira e sempre pela beira-mar, o que torna o passeio bem mais interessante. Fomos em família.
 

 

 
 
💙
 

 

22
Jul17

Mini-férias em bike...

por maga rosa

 

Esta minha vontade de andar por aí fora é qualquer coisa… ahahah
Se é para ir andar de carro, de comboio, ou seja lá o que for, lá estou eu! Não importa o destino, o que interessa mesmo, é ir… Mas se é para conhecer sítios novos(mesmo dentro daqueles que já conheço) e de preferência se puder levar a máquina fotográfica a tiracolo, melhor ainda. Esta semana, aproveitando uns dias de férias do marido, metemos as trouxas e as bicicletas no carro e lá fomos rumo ao litoral, com intenções de lavar as energias e a alma e ainda pedalar um pouco. O destino foi S. Martinho do Porto e à laia de improviso abancámos no parque de campismo “Colina do Sol”, que se revelou uma agradável escolha. Ainda esperei ver o nascer do sol a partir daquelas encostas, mas o céu nublado a única coisa que nos deixou ver, foram uns chuviscos vez ou outra.
 
Noutros tempos (já pareço o spot publicitário a um conhecido hipermercado que muito passou na tv…), Julho era o mês mais quente do ano e não havia cá misturas. Era calor seco e mais nada. Actualmente mais parece que vivemos num país tropical. Chuva e calor. No único momento em que fomos à praia, isto já no final da tarde do dia seguinte à nossa chegada, éramos nós a andar com os pés na água e o céu a enviar-nos uns chuviscos. Mas nada que nos impedisse de percorrer a lagoa de ponta a ponta em busca de areia mais limpa e da água mais transparente. Gosto muito da terra em si, das casas junto ao mar, mas a praia deixa muito a desejar. Talvez consequência dos muitos barcos que ano após ano vão atracando por ali…
 
 
 
 
 
 O tempo em que não estávamos a caminhar em direcção ao centro, estávamos a percorrer as estradas em duas rodas. Demasiadas subidas para a minha bicicleta de cidade, mas que teimei em levar por causa do cesto e já a pensar no transporte da máquina fotográfica ou eventualmente de um mini picnic. Quem se tramou foram as minhas pernas, mas à conta disso até vieram mais rijas! :D 
 
 
 
O segundo (ou terceiro) passeio de bike, foi uma verdadeira aventura. Decidimos ir até à Praia da Gralha e o coração quase me saltava pela boca, em determinadas subidas. Ainda arrisquei subir na bicicleta dele, bem mais leve, mas mesmo assim não foi nada fácil.  
 
 
 
 


 
 
 
 
 Está na hora de subir… E agora marido?? 
 
Bem que tentei captar a altitude na foto, mas está bem longe de corresponder à realidade! É uma subida e tanto, até ao topo da falésia e que o marido subiu de um fôlego, aliás, nem deve ter respirado. Levou uns 3 minutos a chegar lá acima, sempre a pedalar. Diz ele que em alguns momentos teve até a sensação de que ia cair para trás, tal a inclinação... Enquanto isso, fui eu subindo a pé e empurrando a minha. Que pena a máquina fotográfica não ser um drone para se deslocar sozinha e me captar lá do alto!...
 
 
 
 
 
Enquanto a autocaravana não passa de um sonho, a carrinha e um colchão também servem para estas almas itinerantes...
Na manhã de Quarta-feira quando abrimos a porta, tivemos na nossa frente já não uns chuviscos, mas quase um dilúvio. Cheguei a pensar que tinha dormido por uns meses e acordado em pleno Inverno. Os planos para percorrermos a pé o passadiço em madeira que vai de S. Martinho a Salir do Porto, sempre à beira mar e com uma vista fantástica, foram literalmente por água abaixo. Bem como as fotos que planeava tirar. Nada mais nos restava para fazer ali, pelo que fizemos check-out e fomos embora. Ainda pouco convencidos e numa derradeira tentativa de contrariar o S. Pedro, decidimos ir pela costa e aproveitar um pouco mais o passeio. Foz-do-Arelho e o tempo estava assim-assim. Peniche e de novo calor e só uns pingos de chuva de vez em quando.
 
Fomos conhecer o forte, onde outrora os presos políticos estiveram encarcerados e sujeitos a torturas, mas as celas estavam fechadas para visitas. Óptimo, assim(como diz o marido), não trouxemos as más energias.

 

Depois, num impulso e à laia de despedida, fomos pela ciclovia até à praia do Baleal. Onze quilómetros e meio mais tarde estávamos de volta à carrinha e prontos para regressar a casa, de energias renovadas e felizes!

 

 
 

 

 
 

 

 
Um brinde a nós, por, ao fim de mais de três décadas ainda continuarmos a olhar ambos na mesma direcção e a percorrer o mesmo caminho!  ;) 
 
 






 

Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

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