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maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

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22
Jul17

Mini-férias em bike...

por maga rosa

 

Esta minha vontade de andar por aí fora é qualquer coisa… ahahah
Se é para ir andar de carro, de comboio, ou seja lá o que for, lá estou eu! Não importa o destino, o que interessa mesmo, é ir… Mas se é para conhecer sítios novos(mesmo dentro daqueles que já conheço) e de preferência se puder levar a máquina fotográfica a tiracolo, melhor ainda. Esta semana, aproveitando uns dias de férias do marido, metemos as trouxas e as bicicletas no carro e lá fomos rumo ao litoral, com intenções de lavar as energias e a alma e ainda pedalar um pouco. O destino foi S. Martinho do Porto e à laia de improviso abancámos no parque de campismo “Colina do Sol”, que se revelou uma agradável escolha. Ainda esperei ver o nascer do sol a partir daquelas encostas, mas o céu nublado a única coisa que nos deixou ver, foram uns chuviscos vez ou outra.
 
Noutros tempos (já pareço o spot publicitário a um conhecido hipermercado que muito passou na tv…), Julho era o mês mais quente do ano e não havia cá misturas. Era calor seco e mais nada. Actualmente mais parece que vivemos num país tropical. Chuva e calor. No único momento em que fomos à praia, isto já no final da tarde do dia seguinte à nossa chegada, éramos nós a andar com os pés na água e o céu a enviar-nos uns chuviscos. Mas nada que nos impedisse de percorrer a lagoa de ponta a ponta em busca de areia mais limpa e da água mais transparente. Gosto muito da terra em si, das casas junto ao mar, mas a praia deixa muito a desejar. Talvez consequência dos muitos barcos que ano após ano vão atracando por ali…
 
 
 
 
 
 O tempo em que não estávamos a caminhar em direcção ao centro, estávamos a percorrer as estradas em duas rodas. Demasiadas subidas para a minha bicicleta de cidade, mas que teimei em levar por causa do cesto e já a pensar no transporte da máquina fotográfica ou eventualmente de um mini picnic. Quem se tramou foram as minhas pernas, mas à conta disso até vieram mais rijas! :D 
 
 
 
O segundo (ou terceiro) passeio de bike, foi uma verdadeira aventura. Decidimos ir até à Praia da Gralha e o coração quase me saltava pela boca, em determinadas subidas. Ainda arrisquei subir na bicicleta dele, bem mais leve, mas mesmo assim não foi nada fácil.  
 
 
 
 


 
 
 
 
 Está na hora de subir… E agora marido?? 
 
Bem que tentei captar a altitude na foto, mas está bem longe de corresponder à realidade! É uma subida e tanto, até ao topo da falésia e que o marido subiu de um fôlego, aliás, nem deve ter respirado. Levou uns 3 minutos a chegar lá acima, sempre a pedalar. Diz ele que em alguns momentos teve até a sensação de que ia cair para trás, tal a inclinação... Enquanto isso, fui eu subindo a pé e empurrando a minha. Que pena a máquina fotográfica não ser um drone para se deslocar sozinha e me captar lá do alto!...
 
 
 
 
 
Enquanto a autocaravana não passa de um sonho, a carrinha e um colchão também servem para estas almas itinerantes...
Na manhã de Quarta-feira quando abrimos a porta, tivemos na nossa frente já não uns chuviscos, mas quase um dilúvio. Cheguei a pensar que tinha dormido por uns meses e acordado em pleno Inverno. Os planos para percorrermos a pé o passadiço em madeira que vai de S. Martinho a Salir do Porto, sempre à beira mar e com uma vista fantástica, foram literalmente por água abaixo. Bem como as fotos que planeava tirar. Nada mais nos restava para fazer ali, pelo que fizemos check-out e fomos embora. Ainda pouco convencidos e numa derradeira tentativa de contrariar o S. Pedro, decidimos ir pela costa e aproveitar um pouco mais o passeio. Foz-do-Arelho e o tempo estava assim-assim. Peniche e de novo calor e só uns pingos de chuva de vez em quando.
 
Fomos conhecer o forte, onde outrora os presos políticos estiveram encarcerados e sujeitos a torturas, mas as celas estavam fechadas para visitas. Óptimo, assim(como diz o marido), não trouxemos as más energias.

 

Depois, num impulso e à laia de despedida, fomos pela ciclovia até à praia do Baleal. Onze quilómetros e meio mais tarde estávamos de volta à carrinha e prontos para regressar a casa, de energias renovadas e felizes!

 

 
 

 

 
 

 

 
Um brinde a nós, por, ao fim de mais de três décadas ainda continuarmos a olhar ambos na mesma direcção e a percorrer o mesmo caminho!  ;) 
 
 






 

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Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

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