Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

04
Abr17

Os sabores de cada planeta

por maga rosa
 
O agridoce doce de pitanga!



Hoje vou falar ao paladar de cada um!
Quem não gosta de saborear um bom petisco, ou um doce daqueles de encher os olhos?!
Pois, porque antes das papilas gustativas os alimentos passam pela aprovação dos olhos!
 
Para quem gosta de saber que "coisas" terrenas se atribuem aos signos ou planetas, aqui ficam umas dicas.
 
Saturno:
Sabores ácidos, azedos ou amargos.
O sumo de limão, vinagre, leite azedo, algumas especiarias, são alguns exemplos de alimentos da natureza deste planeta.
 
Júpiter:
Sabores agridoce. A minha compota de pitanga da imagem acima, é um bom exemplo neste caso. Mesmo sendo um doce, tem um travo ácido. (É óptima para comer com bolachas, a meu ver, claro!)
 
Alimentos de sabor doce, mas não tão gordos como os de Vénus.
 
Marte:
 
Picantes e sabores fortes em geral. Amargo, mas mais picante que os de Saturno. Pode ser o caso da pimenta. A malagueta é um exemplo perfeito, tanto pelo sabor como pela cor.  
 
Sol:
 
Aqui entram os sabores de Júpiter e Marte, mas mais suaves. Apenas um travezinho picante, sem deixar a língua a arder.
 
Vénus:
A perdição de quem é guloso!
Sabores gulosos e agradáveis. Comidas gordurentas,  húmidas, doces, deliciosas!
Nem é preciso dar exemplos :-) (agora ia bem uma fatia de bolo de chocolate com cobertura de chantilly ou uma de  pudim caseiro...)
 
Mercúrio:
Variedade de sabores. Misturas complexas.
 
Uma mistura de muitos sabores, mas de forma subtil e penetrante ao mesmo tempo. Difícil de dar um nome.
 
Lua:
Sabor salgado ou insípido. Aqui também se enquadram substâncias levemente amargas.
A maçã, de sabor fresco e húmido. Alimentos sem qualquer sabor (se é que isso é possível, porque agora não me lembro de nenhum)também são de Lua. (Ah! Lembrei! Deve ser o caso de uma papa feita com farinha de mandioca que comi um dia como sendo típica de África e que não me recordo do nome. Húmida, escorregadia e sem sabor e que o melhor mesmo era engolir logo de uma vez sem mastigar.)
 
 
 
 
Onde quer que estejam, para todos, uma tarde com muitos sabores!! 😏
 
30
Jan17

Nós somos o que comemos

por maga rosa

Hoje dei por mim a fazerumas pesquisas na Internet sobre alimentação macrobiótica e a quase desistir aindaantes de iniciar esta prática alimentar. Bem sei que a Internet é um local ondeencontramos de tudo, mas nem sempre as informações são fiáveis, no entanto, háque começar por algum lado. Eu sou adepta de uma alimentação variada, mas sem excessose sem radicalismos. É certo que aqui em casa consome-se cada vez menos produtosde origem animal, sobretudo carne, mas estamos longe de ser vegetarianos. Não vouentrar aqui no campo de “ser vegetariana para não comer outros seres vivosanimais”, porque esse é assunto que dá pano para mangas e não pretendo fazerdeste pequeno texto uma “briga cibernética” e sim escrever sobre a minharealidade.

E a minha realidade e dosque habitam comigo, é que, procuramos (ou temos o ideal de) fazer umaalimentação saudável, e aqui entra a palavra “equilibrada”, mas ao mesmo temporespeitando a natureza, dentro do possível. Sei que esta equação não é fácil,sem gerar algum desequilíbrio para algum dos lados.

Há uns tempos, quando fiz osegundo nível de reiki, o almoço foi-nos servido e confeccionado por uma senhoraque estuda (ou estudou) alimentação macrobiótica e achei deveras tudo muitointeressante. Tanto o que nos foi dado a saborear, como toda a explicação quenos deu sobre a confecção dos alimentos. Enquanto degustávamos a sopa de miso,a salada de grão acompanhada de umas deliciosas cenouras cozidas com algas, unspickles em vinagrete que já não me recordo do nome e mais uma variedade deoutras coisas, e para finalizar, a cereja em cima do bolo na forma de umasobremesa de chocolate, ou café, à escolha, íamos ouvindo a descrição do que estávamosa ingerir e algumas dicas sobre macrobiótica. Mas, mais marcante ainda, era oamor visível que a senhora punha em cada palavra e em cada gesto. Fiquei comvontade de saber mais. Sei que quando temos certos hábitos adquiridos e quandoo novo requer muito trabalho, acabamos muitas vezes a adiar, a empurrar com abarriga para um qualquer dia lá mais à frente. A macrobiótica não erapropriamente uma coisa totalmente desconhecida para mim, à data, porque hámuitos anos, num curto período de tempo em que trabalhei em Lisboa, descobri lána baixa um supermercado com produtos do género, onde cheguei a comprar umpequeno livro de receitas e um protector solar à base de cenoura, mas fiquei-mepor aí. Infelizmente, aqui na zona a oferta é muito limitada e muitas vezesquase desconhecida.

Resumindo, alimentaçãomacrobiótica não é o mesmo que vegetariana, embora se dê preferência aalimentos vegetais e a finalidade é prolongar a vida com saúde, tendo em contao equilíbrio de energias dos alimentos. Tal como escrevi lá em cima, não sou deextremos, pelo que não me estou a ver a comer só arroz integral, considerado oexpoente máximo em termos de equilíbrio energético. Brincadeira à parte, alimentaçãoé um assunto tão vasto, mas como somos o que comemos, vou continuar a procurarsaber mais e aos poucos ir introduzindo algumas alterações na cozinha da maga.


                                                                                    Imagem: nutrimedic


10
Jan17

Sou fã de cozinhas vintage

por maga rosa
Já vos contei que adoooorodecoração vintage? Perco-me a ver imagens de cozinhas em estilo vintage. Tantoé que ando a pensar fazer umas alteraçõizitas na minha. Nada muito dispendioso,porque os tempos actuais (e as finanças pessoais) não estão favoráveis. Sómesmo umas pinturas, umas cortinas novas e alguns pequenos objectos. Nada poraí além, mas o suficiente para lhe dar uma cara nova! Tenho algumas peçasvintage mesmo, originais, mas existem imitações bem bonitas e que servemperfeitamente para o efeito. No que toca a loiças então, são uma delícia deencher os olhos. Adoro aquelas com bolinhas, florezinhas, afuniladas, coresalegres, sobretudo o vermelho e azul. 




         
                                                                                                                    Imagens: Pinterest,                                                                                                                     jeitodecasa, joiasdolar, limaonaagua
30
Dez16

A aldeia do sal...

por maga rosa

Num reino distante, certo dia, uma princesa ao dizer ao rei seu pai que lhe queria tanto como ao sal, foi expulsado reino. Depois de muito andar, foi ter a um castelo onde, ao descobrirem asua linhagem, a receberam de braços abertos. Sabem como é, nestas coisas hásempre um príncipe casadoiro, que depois de muitos testes à suposta princesa para secertificar da veracidade do seu sangue azul, se apaixona perdidamente e lhepede a mão em casamento. E assim foi! E convidaram todos os reis e rainhas dosreinos vizinhos e dos não vizinhos, inclusive os pais da (des)afortunadaprincesa. A noiva encarregou-se de preparar a comida que iria ser servida ao seu pai, com as suaspróprias mãos, e não lhe colocou nem um grão de sal. Já quando todos seencontravam à mesa a comer e beber à grande, o dito rei, achando a comidaintragável, horrível mesmo, reclamou, praguejou (e vá lá não terem tombado umasquantas cabeças na cozinha)! A princesa sua filha, que até então andavadisfarçada, revelou-se e foi aí que o rei percebeu  o porquê dela antes lhe ter ditoque lhe queria tanto como ao sal. Há lá alguém que goste de comida insonsa! Orei arrependeu-se de a ter expulsa de casa e depois muitas lágrimas,abraços e pedidos de perdão, a festa lá continuou. E foram todos felizes para sempre!


Das pessoas que conheço,sou aquela que menos sal usa para cozinhar (há que cuidar do coração!), mas usoalgum, não faço como a princesa. Procuro é sal de qualidade, 100% natural, feitotradicionalmente e sem recurso a aditivos químicos. Sal branquinho e limpinho,uso, mas para lavar o chão e mandar embora as energias negativas que por algumdescuido se tentem instalar aqui em casa.

Aqui tão perto, e só ontemvisitei as salinas de Rio Maior pela primeira vez. Foi uma visita rápida definal de tarde e com a aldeia a trabalhar a meio gás, mas valeu a pena. A própriaaldeia de casinhas em madeira já é um bonito e autêntico presépio!

Aproveitei e comprei 1 kg de sal!


24
Dez16

Velhoses de abóbora à mãe Rosa

por maga rosa
Na minha família as Rosasnão são aos molhos mas davam para formar um belo jardim. Um roseiral multicor.Rosas vermelhas, outras brancas, ou cor-de-rosa. Com mais ou menos espinhos,cada uma à sua maneira lá vai dignificando o nome daquela que é considerada arainha das flores.


E é sobre a Rosa mãe, a minha,que hoje vos fala este “post”. O Natal da minha infância e adolescência tinha ocheiro das velhoses de abóbora e filhós que a minha mãe amassava e fritava noóleo quente ao lume, em dia de véspera. E o aroma da canela misturada no açúcarque eu polvilhava assim que doiradinhas saltavam cá para fora. Com o tempo, achaminé grande deu lugar aos fritos no fogão. Eu passei a ter a minha própriacozinha sem fritos à lareira. E o ritual foi-se extinguindo, sobrando só meiadúzia de filhós que por vezes a mãe Rosa ainda se lembra de fazer para nãodeixar morrer a tradição.

E ontem, lá experimenteifazer os meus primeiros velhoses de abóbora, com os ingredientes ditados àpressa, dela e minha, num telefonema a correr. Mandou-me assim para o ar, o queela via fazer à madrasta na meninice dela.

- Abóbora cozida e bem escorrida(que pode ser até de véspera para perder todo o líquido). Farinha e fermento(de padeiro ou do outro). Aguardente para dar aquele gostinho, não te esqueças.Ah, ela (a madrasta) metia uma pitada de açúcar também. E canela e erva-doce.Raspa e sumo de laranja. Um fio de azeite. Sal grosso, que antigamente nãohavia sal fino. O sumo e os ovos vão-se acrescentando porque é o que vaihumedecer a massa.

E quantidades? Mãe, quequantidades?

- Olha, desenrasca-te! É a olho!

E nisto, já eu estava comum pé entre portas para ir fazer as compras para o jantar de Natal e ela, comambas as mãos a fazer a mala para viajar. É o primeiro natal que não vamosestar à mesma mesa…

E entretanto lá fui fazerda minha cozinha um laboratório experimental…

Usei as quantidades quemenciono em baixo e o resultado final não ficou mal, mas não teve nota máxima.Talvez um pouco mais de açúcar na massa (ou não!). Eu até gosto assim, porque oaçúcar e a canela do polvilho compensam. E podiam ter ficado mais fofas. Menosfarinha? Ou um pouco mais de líquido, para a massa não ficar tão densa? (ah, ofermento diluí-o em meio copo de água de cozer a abóbora). Deixei a massa acrescer num alguidar por cerca de 1h40, e quando já tinha quase duplicado devolume e apresentava um bonito arrendado, fritei às colheradas em óleoabundante.

Para a próxima corremelhor!

Ingredientes:
1200 gr de abóbora menina aoscubos
800 gr de farinha de trigo
15 gr de fermento de padeiro
4 laranjas (sumo e raspa)
6 ovos
1 cálice de aguardente
1 colher de sopa de azeite
1 colher de sobremesa de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de chá de canela
1 colher de chá de erva-doce
Óleo para fritar
Açúcar e canela para polvilhar

Bom apetite e feliz Natal!


13
Dez16

Remédio caseiro para garganta irritada

por maga rosa






Existem mezinhas caseirasdo tempo da avó que ainda hoje continuam a ser usadas e a surtir efeito e eusou adepta de algumas delas. Quem me conhece sabe que fujo de medicamentos químicossempre que posso e há males menores que não justificam que encharque oorganismo com drogas que acabarão por ter os seus efeitos secundários. Aqui emcasa já todos em algum momento, recorreram ao meu tratamento caseiro e natural,para gargantas irritadas e que é tão somente mel com limão e água. Faço a “olho”,sem medições e nem tempo certo de aquecimento, mas deixo-vos aqui as quantiasaproximadas:

Sumo demeio limão
1 colherde sopa de mel
2 ou 3colheres de sopa de água

Num copo (sem ser deplástico), junta-se tudo e vai a amornar (sem ferver). Costumo fazer isso no micro-ondaspor ser mais rápido, mas também pode ser aquecido em banho-maria. Bebe-se empequenos goles. Atenção à temperatura do líquido para não provocar queimaduras!

Hoje, eram seis da manhã etinha o marido a acordar aflito com a garganta a queimar. Aflito pelo mal-estare porque a voz é o seu instrumento de trabalho. E lá fui eu à cozinha da magapreparar a poção mágica. Felizmente o efeito é quase imediato e pôde assimdormir mais um pouco antes de ir trabalhar. Com este tempo frio, correr ao fimdo dia e acompanhado, o que leva a ir na conversa, tem destas coisas! Durante odia, e fora de casa, acabou por recorrer às pastilhas para a garganta, paracolmatar as longas horas sem tomar nada, mas daqui a pouco antes de dormirpreparo-lhe outra dose e não tarda está fino! J
Já o genrinho mais novo, volta e meiapede-me a mezinha para a garganta. É sinal de que se tem dado bem!



Nota: qualquer conselho medicinal que eu aqui dê, não substitui uma consulta médica!


                                                                                                      Créditos de imagem: Remédio da terra 
06
Jul16

Doce de pitanga

por maga rosa

Do meu pedaço de verde, de vez em quanto saemcoisas bem deliciosas. Desta feita foi a vez das pitangas terem o papelprincipal na cozinha da maga. 

1 kg depitangas (vermelhas e sem caroços)
1/2kg de açúcar amarelo
aque se junta uma generosa pitada de boas intenções e outra de amor!

Deixa-se tudo na panela atéo açúcar ficar líquido e depois vai a lume brando. Eu já disse que os caroçosse tiram previamente? É isso mesmo! Essa é a parte mais chata de todo oprocesso, mas com ajudantes como os meus fez-se num ápice!





Convém ir mexendo para nãoqueimar no fundo e quando ao passar com a colher, fizer estrada, está pronto!

Aqui, esta iguaria dosdeuses nunca dura muito tempo (pela pequena quantidade e pela gula doscomensais),mas mesmo assim convém esterilizar os potes de vidro em água aferver para conservar o doce.




Para meu espanto, quando ofiz pela primeira vez, saiu um doce com a consistência de marmelada e assim temsido ano após ano, colheita após colheita. O marido gosta dele no pão, já eu,perco-me por uma generosa camada em cima de bolachas. Eu sei, é muito açúcar! Maso sabor agridoce combina tão bem com uma bolachinha (estas são digestivas). J

A minha pitangueira só podeser muito especial. Todos os anos nos agracia com duas colheitas de belosfrutos e ainda é berço para a filharada de alguns pássaros que fazem do nossoquintal o seu habitat. 

Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

Mais sobre mim

foto do autor

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Comentários recentes

Em destaque no SAPO Blogs
pub