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maga rosa

Oficina de artes esotéricas e criativas.

maga rosa

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18
Mar20

Quarentena - dia 4

por maga rosa

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Hoje a minha querida filha Diana fez anos.

 

Não foi o melhor aniversário que já teve, mas foi o possível. O jantar fora entre família e amigos para comemorar ficou-se pelos cinco da casa, mas em casa. Hoje mais pareceu “as aventuras dos cinco”, como aquela série de livros que tanto sucesso fez em tempos.

 

Há associações engraçadas e aos anos dela, sempre associou gelatina de morango. Não é muito exigente, ou então a mãe foi demasiado repetitiva eheheheh. Hoje, arranjou-se um pacotito da de tutti-fruti na despensa, mas para compensar a falta da cor vermelha, teve direito a uns quartos de morangos por cima.

 

Por sorte, vivemos numa pequena cidade com campo à volta, pelo que nem é difícil fugir do contacto com outros humanos, se formos de carro. E foi o que fizemos hoje para a nossa menina ter um dia minimamente especial. Deu para desanuviar e gastar alguma energia. Ainda esfolei um joelho, mas isso é o menos importante.

 

No final do dia ainda ganhou um bolo de ló com cobertura de chocolate feito pelo namorado. Deliciámo-nos. 

 

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É nas coisas simples que reside o segredo para a felicidade.

🍀

22
Fev20

Céu em Fogo

por maga rosa

 

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Benditas ciclovias. Desde que foram construídas que se vêem cada vez mais pessoas a ganhar a prática de caminhar. Por aqui pelo menos é assim. Tem dias em que faço o caminho solitária, pela manhãzinha, hora boa para pôr os pensamentos em dia. Aqui e ali vou-me cruzando com outros caminhantes que passam a passo rápido, a pares ou a solo.

 

Mas é ao fim de tarde, há hora em que o marido faz o seu percurso e puxa pelos meus limites, que somos presenteados com um belo pôr-do-sol. No outro dia o Sol ofereceu-nos a mais bela das pinturas, um céu em fogo a adivinhar um dia seguinte bem quente e com uns efeitos especiais produzidos por umas nuvens passageiras.

 

Ontem não resisti e segui de máquina ao pescoço. Desta vez não queria perder a oportunidade de eternizar tão belo momento, mas fui traída. O céu só estava a meio fogo e foram-se os efeitos especiais.

 

Na próxima vez adianto os ponteiros do relógio para chegar a tempo e o céu que prepare as suas melhores vestes porque vou lá estar em primeira fila!

 

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05
Dez19

A colheita deste ano

por maga rosa

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Há cinco anos tínhamos nós uma trepadeira que só não invadiu os quintais vizinhos porque não calhou. Ou porque nós não a deixámos esticar-se mais. O nosso quintal já por si uma autêntica selva, ficou que nem cenário de filme do Tarzan, com aquelas corriolas todas por ali a baloiçarem. Às vezes punha-me a espreitar através da vidraça da janela da cozinha para ver a Chita, mas a única coisa que vi foram as minhas gatas ou algum melro a voar de ramo para ramo e a saltitar no meio dos canteiros à procura de alguma minhoca. Houve até momentos em que tive a sensação de ouvir o famoso grito do galã, mas afinal era só o vento. Da nespereira transformada em chuchuzeiro, resultou a modéstia quantia de 230 quilos e mais meia dúzia de chuchus. Ou seriam pimpinelas?

 

Este ano demos permissão a um pezito para crescer, mas confinado a um daqueles canteiros estreitinhos que o marido construiu com o tijolo de burro dos vizinhos. Mesmo assim, entre ramos sobreviventes pendurados por cima do meu jardim das fadas e alguns que se escapuliram e esconderam no meio da árvore grande, colhemos bem uns 30 kg. Uns acabaram feitos em doce, outros repousam em metades no congelador para as sopas e uns poucos esperam (mas não esquecidos) no saco. Se me descuido, não tarda tenho uma selva dentro de casa, tal é a velocidade com que aquilo grela e se desenvolve.  

 

Podem ver a selva do outro ano aqui e aqui com a receita do doce de Chuchu.  

 

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14
Jan19

As pendências da vida...

por maga rosa

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Deixei de fazer as resoluções de Ano Novo porque cheguei à conclusão de que ficam sempre desejos por resolver e de assuntos pendentes está a vida cheia. Promessas, já nem à nossa Senhora de Fátima! Se tenho objectivos? Tenho, e um deles é ser mais organizada para conseguir realizá-los, mas sem pressões porque o meu lado pisciano não gosta nada disso! :D

Lá terei de voltar às listas que são sempre uma boa forma de não perder objectivos e tempos. Cada coisa no momento certo. E eu sou óptima a deixar passar oportunidades!

 

(Este post é um bom exemplo disso, já era para ter sido publicado há duas semanas e só hoje saiu das pendências. ) 

 

Há dias (ali pelo Natal), fui limpar os ramos da aboboreira que pendiam secos da cerca de paletes e do muro que nos separa do quintal da vizinha e ganhei um bónus. Puxava e puxava e a guia, ou troço, ou lá como lhe queiram chamar, estava difícil de vir toda cá para o meu lado. Pensei que estivesse presa algures, pelo que dei a volta à cerca e não é que do outro lado, pendia esta linda e grande abóbora?! A aboboreira cresceu por ali afora sem controlo, mas devido ao sombrio das árvores e de outras espécies que com ela coabitaram, não deu em nada (achávamos nós!).

Contra todas as expectativas, nasceu e cresceu entre as folhas da planta mãe e as canas-de-açúcar, pendurada do lado de dentro do muro de paletes, escondida dos nossos olhares. Sem sol, amadureceu tardia e em vez da cor amarela, ficou sempre verde. Ainda não a cortei, por isso não sei se está comestível, mas espero vir a fazer uma sopa com ela.

 

E é assim com tudo na vida. Tudo tem o seu tempo certo. Tudo tem o seu ponto de maturação. Se somos apressados e colhemos antes de tempo, o resultado pode ficar aquém do desejado. Se andamos a “empurrar com a barriga”, ou à espera de sabe-se lá o quê, sujeitamo-nos a que a ideia inicial resulte em algo meio sem graça e muitas vezes fora de contexto.

 

Podemos também retirar uma outra lição… Esta minha abóbora é um exemplo real de que, desistir nunca! Com perseverança, mesmo que o resultado não receba uns “Uau’s” de admiração e nem seja digno de um Óscar, vale sempre a pena.

 

🙏

02
Mar18

O meu campo de açafrão

por maga rosa

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Não tenho por hábito falar aqui sobre os livros que leio, mas este último levou-me numa viagem incrível por paisagens exóticas e pelos meandros dos sentidos e das emoções, o que fez com que ainda me encontre numa espécie de transe. Ehehehe

Inicialmente achei-o mesmo um pouco chatinho, pelo que levei dias a passar das primeiras páginas. Havia ali umas repetições e tempos verbais a causar-me alergia… Depois, à medida que percorria as vielas labirínticas do enredo, entreguei-me por completo à leitura. Fiquei viciada, é o que é! E quanto mais avançava na história, mais fundo ia dentro de mim mesma…  

 

Todos nós, algum dia, acabamos por encontrar o nosso campo de açafrão, ou seja, o sentido para a nossa vida ou a motivação para seguirmos em frente neste plano existencial. Se bem que, fazer planos para o futuro seja algo ilusório, porque tanto como se fazem também se desfazem, dependendo das encruzilhadas com que nos deparamos.

 

E eu encontrei o meu ao escolher um caminho mais místico, um caminho sem volta. Ou talvez ele já estivesse impregnado no meu ADN, ou trazido das muitas vidas que a minha alma carregou antes de escolher este corpo. Pode bem ser uma herança que só descobri ao fazer esta viagem mais ou menos solitária, ao interior de mim mesma. O certo, é que hoje olho para a vida de uma forma bem diferente e plena. Devo concluir, que encontrei a paz de espírito e ao mesmo tempo a pedra filosofal e o meu campo de açafrão repleto de sensações e de cores mágicas!...

 

 

(Antes que me perguntem, o livro a que me refiro chama-se “O feitiço de Marraquexe” de Rosanna Ley)

 

                                                                                                                                     

                                                                                                                                                Imagem daqui

 

 

10
Abr17

Mini-horta de ervas aromáticas

por maga rosa
Desta vez as pinturastiveram como alvo uma banheira antiga em esmalte. Queria uma cor num tom específico,mas na hora de comprar, os catálogos deixaram-me à nora. Nada se assemelhava, (oua escolha era muita!), e depois de muitas voltas e reviravoltas às folhas depapel, veio este esmalte aquoso num azul esverdeado, ou verde-azulado, num tomclaro mas vibrante. Vá lá, a escolha agradou a todos cá em casa. Não é fácil,em seis pessoas com gostos por vezes tão diferentes, todos reagirem com umefusivo “Uau”, ao resultado final! (eu, a obreira, incluída)😃



Como não há um depois sem oantes…

Aqui está ela ainda todabranquinha (e suja!). E oentretanto…

E depois veio atarefa de arranjar umas pequenas placas para indicar os nomes das ervas. Maisuma vez, é made by maga. Ainda ficou no ar a hipótese da florista me arranjarumas iguais às que ela usa para pôr os preços, em madeira e com centro a imitarardósia. Bem giras, a meu ver. Mas, durante o fim-de-semana, ao olhar para ointerior da gaveta dos talheres, surgiu-me uma ideia…





Agora é esperar que cresçam!  :)
27
Out16

O cantinho dos araçás

por maga rosa





Entre o céu e a terra,encarrapitada no alto das escadas, observo e absorvo as energias da natureza efaço uma pausa nos afazeres diários. Gosto desta contemplação e destes momentosa sós comigo mesma e com a calma do campo na cidade. A copa do meu araçazeirodá um refúgio perfeito, um pequeno paraíso, onde reina a paz e o tempo parecenão existir e onde me refugio sempre que o clima o permite. Aqui encontro a inspiração,quando ela teima em se esconder de mim…

Voltando à terra. Hojequero dar-vos a conhecer um fruto, o araçá! É ele o mote deste meu “post” equase um desconhecido para a maioria dos portugueses.  A plantinha que em tempos viajou de avião atécá, hoje é uma árvore alta e frondosa (pelo menos para os meus poucos m2 deterra), de folha perene, pelo que se mantém bonita e verde o ano todo. Acho-alinda e os seus frutos uma dádiva da mãe natureza, que a esta altura já sãomenos, mas ainda os tem. Pequeninos mas muito saborosos e depolpa branca e carnuda, aqui em casa é um "ver se te avias", logo quesurgem os pontinhos vermelhos entre o verde das folhas. Ainda não conseguicolher (e não comer!) os suficientes para fazer doce que se veja, mas um diahei-de experimentar. Até lá, delicio-me com os frutos acabados de colher,empoleirada no muro ou pendurada nos ramos, tentando alcançar os mais difíceis. 





Quem é a maga rosa?

É uma alma antiga, bruxinha ou alquimista, que sabe que é o sonho que comanda a vida e que o essencial só é visível ao coração, pelo que coloca paixão em tudo o que faz, mesmo que aos olhos dos outros não passe de uma lunática. Quando desce à terra, deita cartas e lê nos astros, enquanto vai espalhando pinceladas de cor e boas energias!

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